“Já não é a mesma hora, nem a mesma gente, nem nada igual. Ser real é isto.” (Alberto Caeiro)
“(...) porque ser uma cousa é não significar nada. Ser uma cousa é não ser susceptível de interpretação.”
(Alberto Caeiro)
“A mim este sol, estes prados, estas flores contentam-me.”
“Pouco me importa. Pouco me importa o quê? Não sei: pouco me importa.”
“Antigamente acordava sem sensação nenhuma; acordava.”
Filósofos da História