“Não sei o que é conhecer-me. Não vejo para dentro. Não acredito que eu exista por detrás de mim.” (Alberto Caeiro)
“(... ) um sonho do que se poderia ver se a janela se abrisse, Que nunca é o que se vê quando se abre a janela.”
(Alberto Caeiro)
“Vale mais a pena ver uma cousa sempre pela primeira vez que conhecê-la, Porque conhecer é como nunca ter visto pela primeira vez, E nunca ter visto pela primeira vez é só ter ouvido contar.”
“Preciso despir-me do que aprendi. Desencaixotar minhas emoções verdadeiras. Desembrulhar-me e ser eu! Uma aprendizagem de desaprendizagem...”
“Pouco me importa. Pouco me importa o quê? Não sei: pouco me importa.”
Filósofos da História