“As palavras que falham” (Alberto Caeiro)
“(...) porque ser uma cousa é não significar nada. Ser uma cousa é não ser susceptível de interpretação.”
(Alberto Caeiro)
“Pouco me importa. Pouco me importa o quê? Não sei: pouco me importa.”
“Não sei o que é conhecer-me. Não vejo para dentro. Não acredito que eu exista por detrás de mim.”
“Já não é a mesma hora, nem a mesma gente, nem nada igual. Ser real é isto.”
Filósofos da História