“Uma ocasião, meu pai pintou a casa toda de alaranjado brilhante. Por muito tempo moramos numa casa, como ele mesmo dizia, constantemente amanhecendo.”
Adélia Prado
“Uma ocasião, meu pai pintou a casa toda de alaranjado brilhante. Por muito tempo moramos numa casa, como ele mesmo dizia, constantemente amanhecendo.”
Adélia Prado
“Me dão mingaus, caldos quentes, me dão prudentes conselhos, eu quero é a ponta sedosa do teu bigode atrevido, a tua boca de brasa.”
Adélia Prado
“Não tenho tempo algum, pois ser feliz me consome!”
Adélia Prado
“Deus de vez em quando me tira a poesia e eu olho pedras e vejo pedras mesmo...”
Adélia Prado
“Me consola, moço. Fala uma frase, feita com o meu nome, Para que ardam os crisântemos E eu tenha um feliz Natal!”
Adélia Prado
“A gente tem sede de infinito e de permanência, então, esse ser que assegura a permanência das coisas, é que eu chamo de Deus. É o absoluto.”
Adélia Prado
“Era raiva não. Era marca de dor.”
Adélia Prado
“Quero você na minha frente, extático, (...) e eu para todo o sempre olhando, olhando, olhando...”
Adélia Prado
“Estremecerei de susto até dormir, e no entanto é tudo tão pequeno. Para o desejo do meu coração, o mar é uma gota.”
Adélia Prado
“Eu acho que Deus é uma projeção humana, é um desejo infinito que nós temos de adoração, e de algo que nos suspende com o sentido absoluto.”
Adélia Prado
“Faça-se a dura vontade do que habita meu peito: Vem, Jonathan, traz flores pra minha mãe e um par de algemas pra mim.”
Adélia Prado
“A borboleta pousada
ou é Deus
ou é nada.”
Adélia Prado
“Não me falou em amor. Essa palavra de luxo.”
Adélia Prado
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