“As coisas tristíssimas, vão desaparecer quando soar a trombeta. Levantaremos como deuses, com a beleza das coisas que nunca pecaram, como árvores, como pedras, exatos e dignos de amor.”
Adélia Prado
“As coisas tristíssimas, vão desaparecer quando soar a trombeta. Levantaremos como deuses, com a beleza das coisas que nunca pecaram, como árvores, como pedras, exatos e dignos de amor.”
Adélia Prado
“Eu ponho o amor no pilão com cinza e grão de roxo e soco. Macero ele, faço dele cataplasma e ponho sobre a ferida.”
Adélia Prado
“Beleza não é luxo. É uma necessidade!”
Adélia Prado
“Um corpo quer outro corpo, uma alma quer outra alma e seu corpo. Este excesso de realidade me confunde.”
Adélia Prado
“Deus é mais belo que eu. E não é jovem. Isto sim, é consolo.”
Adélia Prado
“Há sempre uma razão, embora não haja nenhuma explicação.”
Adélia Prado
“Assim que escurecer vou namorar. Que mundo ordenado e bom! Namorar quem? Minha alma nasceu desposada com um marido invisível.”
Adélia Prado
“Tudo manha, truque, engenho: é descuidar, o amor te pega, te come, te molha todo. Mas água o amor não é.”
Adélia Prado
“Sofria palpitação e tonteira, lembro dela caindo na beira do tanque, o vulto dobrado em arco, gente afobada em volta, cheiro de alcanfor.”
Adélia Prado
“Com perdão da palavra, quero cair na vida.”
Adélia Prado
“Sofro por causa do meu espírito de colecionador-arqueólogo. Quero pôr o bonito numa caixa com chave para abrir de vez em quando e olhar.”
Adélia Prado
“O amor me fere é debaixo do braço, de um vão entre as costelas, atinge o meu coração é por esta via inclinada”
Adélia Prado
“Divago, quando o que quero é só dizer te amo.”
Adélia Prado
Página 4 de 5 resultados