“Deus de vez em quando me tira a poesia e eu olho pedras e vejo pedras mesmo...” (Adélia Prado)
“As coisas tristíssimas, vão desaparecer quando soar a trombeta. Levantaremos como deuses, com a beleza das coisas que nunca pecaram, como árvores, como pedras, exatos e dignos de amor.”
(Adélia Prado)
“Assim que escurecer vou namorar. Que mundo ordenado e bom! Namorar quem? Minha alma nasceu desposada com um marido invisível.”
“Eu acho que Deus é uma projeção humana, é um desejo infinito que nós temos de adoração, e de algo que nos suspende com o sentido absoluto.”
“De vez em quando Deus me tira a poesia. Olho pedra, vejo pedra mesmo.”
Filósofos da História