“O único sentido íntimo das coisas É elas não terem sentido íntimo nenhum” (Alberto Caeiro)
“Preciso despir-me do que aprendi. Desencaixotar minhas emoções verdadeiras. Desembrulhar-me e ser eu! Uma aprendizagem de desaprendizagem...”
(Alberto Caeiro)
“Já não é a mesma hora, nem a mesma gente, nem nada igual. Ser real é isto.”
“(...) porque ser uma cousa é não significar nada. Ser uma cousa é não ser susceptível de interpretação.”
“Pensar em Deus é desobedecer a Deus, Porque Deus quis que o não conhecêssemos, Por isso se nos não mostrou...”
Filósofos da História