Frase de Alberto Caeiro

(... ) um sonho do que se poderia ver se a janela se abrisse, Que nunca é o que se vê quando se abre a janela.
(Alberto Caeiro)

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Antigamente acordava sem sensação nenhuma; acordava.

(Alberto Caeiro)

O único sentido íntimo das coisas É elas não terem sentido íntimo nenhum

(Alberto Caeiro)

Já não é a mesma hora, nem a mesma gente, nem nada igual. Ser real é isto.

(Alberto Caeiro)

Preciso despir-me do que aprendi. Desencaixotar minhas emoções verdadeiras. Desembrulhar-me e ser eu! Uma aprendizagem de desaprendizagem...

(Alberto Caeiro)