“Que ninguém doma um coração de poeta!” (Augusto dos Anjos)
“Para onde fores, Pai, para onde fores, Irei também, trilhando as mesmas ruas... Tu, para amenizar as dores tuas, Eu, para amenizar as minhas dores!.”
(Augusto dos Anjos)
“A esperança não murcha, ela não cansa, também como ela não sucumbe a crença. Vão-se sonhos nas asas da descrença, voltam sonhos nas asas da esperança.”
“O beijo, amigo, é a véspera do escarro, A mão que afaga é a mesma que apedreja.”
“Falas de amor, e eu ouço tudo e calo! O amor na humanidade é uma mentira. É. E é por isto que na minha lira De amores fúteis poucas vezes falo.”
Filósofos da História