“O beijo, amigo, é a véspera do escarro, A mão que afaga é a mesma que apedreja.” (Augusto dos Anjos)
“O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana.”
(Augusto dos Anjos)
“Cansado de chorar pelas estradas. Exausto de pisar mágoas pisadas. Hoje eu carrego a cruz das minhas dores.”
“A esperança não murcha, ela não cansa, também como ela não sucumbe a crença. Vão-se sonhos nas asas da descrença, voltam sonhos nas asas da esperança.”
“Falas de amor, e eu ouço tudo e calo! O amor na humanidade é uma mentira. É. E é por isto que na minha lira De amores fúteis poucas vezes falo.”
Filósofos da História