“Na semana passada, em São Paulo, estava fazendo um show com Zélia Duncan e quando cantei "Disritmia", do Martinho da Vila, esqueci a letra, deu branco. Aí falei para o público: "Gente, deu uma arritmia!"”
“As rosas são uma forma de agradecimento, é uma lembrança minha ao público. E a roupa branca já vem de muito tempo. O branco é a unificação de todas as cores e simboliza o meu mestre espiritual, que me acompanha sempre.”
“Não. Acredito em Deus como uma energia. A minha família é católica e é toda baiana. Nunca fui a um candomblé. Meditei, conheci uma pessoa, que foi muito importante na minha vida, um espiritualista. Acho que a religião de cada um está dentro de cada um.”