“Vejo-a a um palmo do meu rosto. Ela aumenta e diminui independente do meu astral. É prateada ou dourada. Roça-me o rosto e sai afagando-me as orelhas. Jámais a vi num palco. Ela me abandona nas coxias...”
“Foi na década de 70, no Rio de Janeiro, com o guru Mário Trancoso, no templo Gotas de Orvalho. Acredito na espiritualidade. Acho que Deus está em todas as coisas da natureza. Deus não faz mal, não é vingativo. Ele está aí para todo mundo. As principais coisas da vida são de graça.”