“Na semana passada, em São Paulo, estava fazendo um show com Zélia Duncan e quando cantei "Disritmia", do Martinho da Vila, esqueci a letra, deu branco. Aí falei para o público: "Gente, deu uma arritmia!"”
“Vejo-a a um palmo do meu rosto. Ela aumenta e diminui independente do meu astral. É prateada ou dourada. Roça-me o rosto e sai afagando-me as orelhas. Jámais a vi num palco. Ela me abandona nas coxias...”