“Vejo-a a um palmo do meu rosto. Ela aumenta e diminui independente do meu astral. É prateada ou dourada. Roça-me o rosto e sai afagando-me as orelhas. Jámais a vi num palco. Ela me abandona nas coxias...”
(Simone Bittencourt de Oliveira)
“Vejo-a a um palmo do meu rosto. Ela aumenta e diminui independente do meu astral. É prateada ou dourada. Roça-me o rosto e sai afagando-me as orelhas. Jámais a vi num palco. Ela me abandona nas coxias...”
(Simone Bittencourt de Oliveira)