“Deus de vez em quando me tira a poesia. Olho para uma pedra e vejo uma pedra” (Adélia Prado)
“Quero comer bolo de noiva, puro açúcar, puro amor carnal disfarçado de corações e sininhos: um branco, outro cor-de-rosa, um branco, outro cor-de-rosa.”
(Adélia Prado)
“Era raiva não. Era marca de dor.”
“O que a memória ama, fica eterno. Te amo com a memória, imperecível.”
“Assim que escurecer vou namorar. Que mundo ordenado e bom! Namorar quem? Minha alma nasceu desposada com um marido invisível.”
Filósofos da História