“O que a memória ama, fica eterno. Te amo com a memória, imperecível.” (Adélia Prado)
“Deus de vez em quando me tira a poesia. Olho para uma pedra e vejo uma pedra”
(Adélia Prado)
“Há sempre uma razão, embora não haja nenhuma explicação.”
“Eu quero depois, quando viver de novo, a ressurreição e a vida escamoteando o tempo dividido, eu quero o tempo inteiro.”
“Me consola, moço. Fala uma frase, feita com o meu nome, Para que ardam os crisântemos E eu tenha um feliz Natal!”
Filósofos da História