“De vez em quando Deus me tira a poesia. Olho pedra, vejo pedra mesmo.” (Adélia Prado)
“A gente tem sede de infinito e de permanência, então, esse ser que assegura a permanência das coisas, é que eu chamo de Deus. É o absoluto.”
(Adélia Prado)
“Louvado seja, porque eu quero morrer, mas tenho medo, e ainda espero pelo prometido.”
“Não quero faca, nem queijo. Quero a fome.”
“Dor não tem nada haver com amargura. Acho que tudo que acontece é feito pra gente aprender cada vez mais, é pra ensinar a gente a viver. Desdobrável. Cada dia mais rica de humanidade.”
Filósofos da História