“Louvado seja, porque eu quero morrer, mas tenho medo, e ainda espero pelo prometido.” (Adélia Prado)
“Um trem-de-ferro é uma coisa mecânica, mas atravessa a noite, a madrugada, o dia, atravessou minha vida, virou só sentimento.”
(Adélia Prado)
“Quero você na minha frente, extático, (...) e eu para todo o sempre olhando, olhando, olhando...”
“Me consola, moço. Fala uma frase, feita com o meu nome, Para que ardam os crisântemos E eu tenha um feliz Natal!”
“De vez em quando Deus me tira a poesia. Olho pedra, vejo pedra mesmo.”
Filósofos da História