“O meio de refutar os padres e os religiosos é sempre o mesmo: mostrar que os erros deles deixaram de ter préstimo; que são eminentemente nocivos, e que as «demonstrações» que fazem de como são eficazes já não têm cabimento.”
“Quem não sabe introduzir a sua vontade nas coisas, introduz nelas pelo menos um «sentido»: quer dizer, acredita que existe já ali dentro uma vontade (princípio da «fé»).”
“Quando amamos queremos que os nossos defeitos permaneçam escondidos... não por vaidade, mas para que o ser amado não sofra. Aquele que ama gostaria mesmo de aparecer como um deus... e também isto se não deve à vaidade.”