“Povo! Povo infeliz! Povo mártir eterno, Tu és do cativeiro o Prometeu moderno...” (Castro Alves)
“Ai! Que vale a vingança, pobre amigo. Se na vingança, a honra não se lava?”
(Castro Alves)
“Livros... livros à mão-cheia e manda o povo pensar.”
“Tu és a estrela vésper que alumia aos pastores das arcádias dos fraguedos.”
“Oh! bendito o que semeia Livros, livros, à mancheia E manda o povo pensar...”
Filósofos da História