“Oh! bendito o que semeia Livros, livros, à mancheia E manda o povo pensar...” (Castro Alves)
“Não basta inda de dor, ó Deus terrível?! É pois teu peito eterno, inexaurível De vingança e rancor? E que é que fiz, Senhor? que torpe crime Eu cometi jamais, que assim me oprime Teu gladio vingador?”
(Castro Alves)
“Povo! Povo infeliz! Povo mártir eterno, Tu és do cativeiro o Prometeu moderno...”
“O riso é a estrela do horizonte da alma.”
“A praça, a praça é do Povo! Como o céu é do Condor! É antro onde a liberdade Cria a águia ao seu calor!”
Filósofos da História