“Oh! bendito o que semeia Livros, livros, à mancheia E manda o povo pensar...” (Castro Alves)
“E bradei: 'Meu canto, voa, Terra ao longe! terra à proa! Vejo a terra do porvir!”
(Castro Alves)
“Eu já não tenho mais vida! Tu já não tens mais amor! Tu só vives para o riso, eu só vivo para dor.”
“E o povo é como a barca em plenas vagas, A tirania é o tremedal das plagas, O porvir - a amplidão. Homens! Esta lufada que rebenta É o furor da mais lôbrega tormenta Ruge a revolução.”
“Na hora em que a terra dorme enrolada em frios véus, eu ouço uma reza enorme enchendo o abismo dos céus”
Filósofos da História