“Ai! Que vale a vingança, pobre amigo. Se na vingança, a honra não se lava?” (Castro Alves)
“Não sabes, criança? Estou louco de amores...”
(Castro Alves)
“Basta! ... Eu sei que a mocidade É o Moisés no Sinai; Das mãos do eterno recebe As tábuas da lei! Marchai! Quem cai na luta com glória. Tomba nos braços da história, No Coração do Brasil.”
“Cai, orvalho de sangue do escravo,”
“A praça, a praça é do Povo! Como o céu é do Condor! É antro onde a liberdade Cria a águia ao seu calor!”
Filósofos da História