“Ai! Que vale a vingança, pobre amigo. Se na vingança, a honra não se lava?” (Castro Alves)
“Não sabes, criança? Estou louco de amores...”
(Castro Alves)
“Cai, orvalho de sangue do escravo,”
“Toda noite - tem auroras, Raios - toda escuridão, Moços, creiamos, não tarda A aurora da redenção.”
“Basta! ... Eu sei que a mocidade É o Moisés no Sinai; Das mãos do eterno recebe As tábuas da lei! Marchai! Quem cai na luta com glória. Tomba nos braços da história, No Coração do Brasil.”
Filósofos da História