“E bradei: 'Meu canto, voa, Terra ao longe! terra à proa! Vejo a terra do porvir!” (Castro Alves)
“Ai! Que vale a vingança, pobre amigo. Se na vingança, a honra não se lava?”
(Castro Alves)
“Oh! bendito o que semeia Livros, livros, à mancheia E manda o povo pensar...”
“Tu és a estrela vésper que alumia aos pastores das arcádias dos fraguedos.”
“Oh! por isso, Maria, vês me curvo Na face do presente escuro e turvo E interrogo o porvir; Ou levantando a voz por sobre os montes, 'Liberdade' pergunto aos horizontes, 'Quando enfim hás de vir?'”
Filósofos da História