“Bendito aquele que semeia livros e faz o povo pensar.” (Castro Alves)
“Cai, orvalho de sangue do escravo,”
(Castro Alves)
“Amemos, porque o amor é um santo escudo.”
“Ai! Que vale a vingança, pobre amigo. Se na vingança, a honra não se lava?”
“Prendi meus afetos, formosa Pepita... mas, onde? No tempo? No espaço? Nas névoas? Não rias... Prendi-me num laço de fita!”
Filósofos da História