“Cai, orvalho de sangue do escravo,” (Castro Alves)
“Era o relampejar da liberdade Nas nuvens do chorar da humanidade, Ou sarça do Sinai, Relâmpagos que ferem de desmaios Revoluções, vós deles sois os raios Escravos, esperai!”
(Castro Alves)
“Eu já não tenho mais vida! Tu já não tens mais amor! Tu só vives para o riso, eu só vivo para dor.”
“O riso é a estrela do horizonte da alma.”
“Povo! Povo infeliz! Povo mártir eterno, Tu és do cativeiro o Prometeu moderno...”
Filósofos da História