Há 142 frases de Eça de Queiroz.

Os que sabem dar a verdade à sua pátria não a adulam, não a iludem, não lhe dizem que é grande, porque tomou Calicute; dizem-lhe que é pequena porque não tem escolas. Gritam-lhe sem cessar a verdade rude e brutal. Gritam-lhe: tu és pobre, trabalha! tu és ignorante, estuda!, tu és fraca, arma-te!

Eça de Queiroz

Quando se quer mostrar a beleza de um cristal, movendo-o muito com os dedos - quase sempre se finda por lhe empanar a transparência e o brilho casto.

Eça de Queiroz

Nos amores deste mundo, desde Eva, ha sempre um que ama e outro que se deixa amar

Eça de Queiroz

Não haveria o direito de vencer, se não houvesse o direito de perdoar.

Eça de Queiroz

Quando não se tem aquilo que se gosta é necessário gostar-se daquilo que se tem.

Eça de Queiroz

Reconstruir é sempre inventar.

Eça de Queiroz

Os políticos e a as fraldas são semelhantes, possuem o mesmo conteúdo

Eça de Queiroz

Aqui importa-se tudo. Leis, ideias, filosofias, teorias, assuntos, estéticas, ciências, estilo, indústrias, modas, maneiras, pilhérias, tudo vem em caixotes pelo paquete. A civilização custa-nos caríssimo, com os direitos de Alfândega: e é em segunda mão, não foi feita para nós, fica-nos curta nas mangas...

Eça de Queiroz

A caricatura é o espelho que engrossa as feições e torna os objectos mais salientes.

Eça de Queiroz

Estou tagarelando muito. Acontece-me isto sempre que estou consideravelmente estúpido.

Eça de Queiroz

Dados para a minha biografia - não lhos sei dar. Eu não tenho história, sou como a República do Vale de Andorra.

Eça de Queiroz

O homem põe tanto do seu carácter e da sua individualidade nas invenções da cozinha, como nas da arte.

Eça de Queiroz

Em política a caricatura é de boa guerra. É uma arma terrível, mas não desleal, porque, se exagera o falso, é para impedir que haja alguém que caia nele; a caricatura diz de mais para que nós digamos apenas o suficiente.

Eça de Queiroz

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Eça de Queiroz

Eça de Queiroz

Biografia: José Maria de Eça de Queirós é um dos mais importantes escritores lusos. Foi autor, entre outros romances de reconhecida importância, de Os Maias e O crime do Padre Amaro; este último é considerado por muitos o melhor romance realista português do século XIX.

Nascimento: 25 de Novembro de 1845

Morte: 16 de Agosto de 1900