Há 142 frases de Eça de Queiroz.

Em Portugal a emigração não é, como em toda a parte, a transbordação de uma população que sobra; mas a fuga de uma população que sofre.

Eça de Queiroz

O campo, na verdade, só é agradável com família, e toda a árvore é triste se na sua sombra não brinca uma criança.

Eça de Queiroz

Políticos e fraldas devem ser trocados de tempos em tempos pelo mesmo motivo.

Eça de Queiroz

Não há ideia mais consoladora do que esta - que eu, e tu, e aquele monte, e o Sol que, agora, se esconde são moléculas do mesmo Todo, governadas pela mesma Lei, rolando para o mesmo Fim.

Eça de Queiroz

A canção, expressão da melancolia, do amor, do entusiasmo, só morrerá se estes sentimentos morrerem; ela é, como o suspiro, como o grito, um dos movimentos naturais da alma.

Eça de Queiroz

Os diletantes são-no geralmente de ideias ou de emoções - porque para compreender todas as ideias ou sentir todas as emoções basta exercer o pensamento ou exercer o sentimento, e todos nós, mortais, podemos, sem que nenhum obstáculo nos coarcte, mover-nos liberrimamente nos ilimitados campos do raciocínio ou da sensibilidade.

Eça de Queiroz

Na arte só têm importância os que criam almas, e não os que reproduzem costumes.

Eça de Queiroz

As duas qualidades mais preciosas em Arte, que mais raramente se reúnem: Realidade e Poesia.

Eça de Queiroz

Eu sou um artista, não um crítico: não tenho análise tenho emoção.

Eça de Queiroz

Os políticos têm todos a mesma política.

Eça de Queiroz

Em arte, a copiosa, exuberante, luxuosa e florida fantasia cansa, esquece e passa - e só há eternidade para a beleza pura e simples.

Eça de Queiroz

A gente nunca sabe se o que lhe sucede é, em definitivo, bom ou mau.

Eça de Queiroz

Quando uma civilização se abandona toda ao materialismo, e dele tira, como a nossa, todos os seus gozos e todas as suas glórias, tende sempre a julgar as civilizações alheias segundo a abundância ou a escassez do progresso material, industrial e sumptuário.

Eça de Queiroz

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Eça de Queiroz

Eça de Queiroz

Biografia: José Maria de Eça de Queirós é um dos mais importantes escritores lusos. Foi autor, entre outros romances de reconhecida importância, de Os Maias e O crime do Padre Amaro; este último é considerado por muitos o melhor romance realista português do século XIX.

Nascimento: 25 de Novembro de 1845

Morte: 16 de Agosto de 1900