“Divago, quando o que quero é só dizer te amo.” (Adélia Prado)
“Quero você na minha frente, extático, (...) e eu para todo o sempre olhando, olhando, olhando...”
(Adélia Prado)
“Amor pra mim é ser capaz de permitir que aquele que eu amo exista como tal, como ele mesmo. Isso é o mais pleno amor. Dar a liberdade dele existir ao meu lado do jeito que ele é.”
“Há sempre uma razão, embora não haja nenhuma explicação.”
“Eu quero depois, quando viver de novo, a ressurreição e a vida escamoteando o tempo dividido, eu quero o tempo inteiro.”
Filósofos da História