Frase de Adélia Prado

Sofria palpitação e tonteira, lembro dela caindo na beira do tanque, o vulto dobrado em arco, gente afobada em volta, cheiro de alcanfor.
(Adélia Prado)

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Eu ponho o amor no pilão com cinza e grão de roxo e soco. Macero ele, faço dele cataplasma e ponho sobre a ferida.

(Adélia Prado)

O amor me fere é debaixo do braço, de um vão entre as costelas, atinge o meu coração é por esta via inclinada

(Adélia Prado)

Estremecerei de susto até dormir, e no entanto é tudo tão pequeno. Para o desejo do meu coração, o mar é uma gota.

(Adélia Prado)

O amor usa o correio, o correio trapaceia, a carta não chega, o amor fica sem saber se é ou não é.

(Adélia Prado)