Frase de Adélia Prado

Sofria palpitação e tonteira, lembro dela caindo na beira do tanque, o vulto dobrado em arco, gente afobada em volta, cheiro de alcanfor.
(Adélia Prado)

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Então eu virei pra ela e falei assim: ah, nada, boba, também é assim, se der, bem, se não der, amém, toca pra frente.

(Adélia Prado)

Não quero faca, nem queijo. Quero a fome.

(Adélia Prado)

Era raiva não. Era marca de dor.

(Adélia Prado)

Quero comer bolo de noiva, puro açúcar, puro amor carnal disfarçado de corações e sininhos: um branco, outro cor-de-rosa, um branco, outro cor-de-rosa.

(Adélia Prado)