“Abre o camponês sulcos de arado na terra: no seu rosto rugas.” (Anibal Beça)
“Vento de verão vem com bafo de mormaço - garoa ameniza.”
(Anibal Beça)
“Na caixa postal a mão sente a queimadura: taturana presa.”
“A cigarra canta o anúncio de sua morte - formigas na contra-dança.”
“Quase desperdício. Moscas sobre caquis podres Só o sapo come.”
Filósofos da História