“Na caixa postal a mão sente a queimadura: taturana presa.” (Anibal Beça)
“Broca no bambu deixa furos de flauta. O vento faz música.”
(Anibal Beça)
“Menino amuado quem te deu tamanho bico foi o tico-tico?”
“De manhã, a brisa encrespa o igarapé e penteia as águas.”
“Na soleira do sítio a graúna canta ao silêncio do sol.”
Filósofos da História