“Na caixa postal a mão sente a queimadura: taturana presa.” (Anibal Beça)
“Maria-fecha-a-porta ao toque do meu dedo: ah plantinha tímida...”
(Anibal Beça)
“Sobe a piracema - ano que vem outros peixes nadarão de novo.”
“Brilha mais ereto o penhasco sob o sol: ah o verão fértil.”
“Nos gestos da mão baila a brasa do cigarro: pisca o pirilampo.”
Filósofos da História