“É ofício do olhar chorar os excessos da alma.” (Padre Fábio de Melo)
“Mãos invisíveis recolhem o viço. Descolorem o corpo, do fruto, da folha, da flor. O tristonho do cinza se apodera do espaço. É a maternidade do mundo recobrando suas crias.”
(Padre Fábio de Melo)
“A dor que, às vezes vem, me faz feliz também, pois nela me recordo o valor que tem a cruz, quando a noite esconde a luz, Deus acende as estrelas.”
“Só quem já perdeu na vida sabe o que é ganhar Porque encontrou na derrota o motivo para lutar.”
“Noite sem estrelas. Resta-me o brilho da lembrança que deixaram.”
Filósofos da História