“Já repararam como se queixam de falta de tempo as pessoas que nada fazem?” (Olavo Bilac)
“Por que me prendes? Solta-me covarde! Deus me deu por gaiola a imensidade: Não me roubes a minha liberdade... Quero voar! voar!...”
(Olavo Bilac)
“Noite. Oh! Saudade!... A dolorosa rama Da árvore aflita pelo chão derrama As folhas, como lágrimas... Lembrar!”
“O amor que a teu lado levas, a que lugar te conduz, que entras coberto de trevas e sais coberto de luz?”
“Já está amanhecendo... dêem-me café, papel e pena... eu vou escrever...”
Filósofos da História