Frase de Olavo Bilac

Noite. Oh! Saudade!... A dolorosa rama
Da árvore aflita pelo chão derrama
As folhas, como lágrimas... Lembrar!
(Olavo Bilac)

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O medo é o pai da crença.

(Olavo Bilac)

Já está amanhecendo... dêem-me café, papel e pena... eu vou escrever...

(Olavo Bilac)

Por que me prendes? Solta-me covarde! Deus me deu por gaiola a imensidade: Não me roubes a minha liberdade... Quero voar! voar!...

(Olavo Bilac)

Não és bom nem és mal... és triste e humano.

(Olavo Bilac)