Frase de Monteiro Lobato

A consciência do homem comum mora no bolso, eis tudo.
(Monteiro Lobato)

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O certo em literatura é escrever com o mínimo possível de literatura. (...) a mim me salvaram as crianças. De tanto escrever para elas, simplifiquei-me.

(Monteiro Lobato)

De escrever para marmanjos já me enjoei. Bichos sem graça. Mas para crianças um livro é todo um mundo.

(Monteiro Lobato)

O livro é uma mercadoria como outra qualquer; não há diferença entre o livro e um artigo de alimentação. (...) Se o livro não vende é porque ele não presta. Em entrevista à Rádio record, em julho de 1948, reproduzida no jornal O Estado de São Paulo em julho de 1978.

(Monteiro Lobato)

Se quer viver feliz na América, não se mostre duro com os cães - nem desrespeitoso para com a americana. São dois dogmas muito sérios.-(op.cit., pg. 23)

(Monteiro Lobato)