“A natureza criou o tapete sem fim que recobre a superfície da terra. Dentro da pelagem desse tapete vivem todos os animais, respeitosamente. Nenhum o estraga, nenhum o rói, exceto o homem.”
Monteiro Lobato
“A natureza criou o tapete sem fim que recobre a superfície da terra. Dentro da pelagem desse tapete vivem todos os animais, respeitosamente. Nenhum o estraga, nenhum o rói, exceto o homem.”
Monteiro Lobato
“Escrever é gravar reações psíquicas. O escritor funciona qual antena - e disso vem o valor da literatura. Por meio dela, fixam-se aspectos da alma dum povo, ou pelo menos instantes da vida desse povo.”
Monteiro Lobato
“Um país se faz com homens e livros.”
Monteiro Lobato
“De escrever para marmanjos já me enjoei. Bichos sem graça. Mas para crianças um livro é todo um mundo.”
Monteiro Lobato
“Ainda acabo fazendo livros onde as nossas crianças possam morar.”
Monteiro Lobato
“Tudo é loucura ou sonho no começo. Nada do que o homem fez no mundo teve início de outra maneira — mas já tantos sonhos se realizaram que não temos o direito de duvidar de nenhum.”
Monteiro Lobato
“Um país se faz com homens e livros. Minha visita aos monumentos de George Washington e Lincoln provou-me que a América tinha homens. Ter homens, para um país, é ter Washingtons e Lincolns, forças tão marcantes que sobre sua obra não pode a morte.”
Monteiro Lobato
“A natureza só permite aos gênios uma filha: sua obra.”
Monteiro Lobato
“Progresso amigo, tu és cômodo, és delicioso, mas feio... do conto Os faroleiros”
Monteiro Lobato
“Quem mal lê, mal ouve, mal fala, mal vê.”
Monteiro Lobato
“Erro pensar que é a ciência que mata uma religião. Só pode com ela outra religião.”
Monteiro Lobato
“O livro é uma mercadoria como outra qualquer; não há diferença entre o livro e um artigo de alimentação. (...) Se o livro não vende é porque ele não presta. Em entrevista à Rádio record, em julho de 1948, reproduzida no jornal O Estado de São Paulo em julho de 1978.”
Monteiro Lobato
“Há dois modos de escrever. Um, é escrever com a idéia de não desagradar ou chocar ninguém....Outro modo é dizer desassombradamente o que pensa, dê onde der, haja o que houver cadeia, forca, exílio.”
Monteiro Lobato
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