“Triste quem ama, cego quem se fia.” (Manuel Maria Barbosa du Bocage)
“Política feroz, que sempre armada De bárbaros pretextos, À morte horrenda em lúgubre teatro Dás vítimas sem conto, Apoucas e destróis a Humanidade, Afectando mantê-la.”
(Manuel Maria Barbosa du Bocage)
“Tu, de quantos dragões o Inferno encerra, És o pior, Inveja pestilente! Morde a virtude, ao mérito faz guerra Teu detestável, teu maligno dente.”
“Meus pensamentos se apuram, Apuram-se os meus desejos No ténue filtro celeste De teus espontâneos beijos.”
“De quantas cores se matiza o Fado! Nem sempre o homem ri, nem sempre chora, Mal com bem, bem com mal é temperado.”
Filósofos da História