“Sou fuga para flauta de pedra doce. A poesia me desbrava. Com águas me alinhavo?” (Manoel de Barros)
“Sol, s.m. Quem tira a roupa da manhã e acende o mar”
(Manoel de Barros)
“As coisas muito claras me noturnam.”
“Melhor jeito que achei para me conhecer foi fazendo o contrário.”
“E agora o que fazer com essa manhã desabrochada a pássaros?”
Filósofos da História