“As coisas muito claras me noturnam.” (Manoel de Barros)
“Sou hoje um caçador de achadouros da infância. Vou meio dementado e enxada às costas cavar no meu quintal vestígios dos meninos que fomos.”
(Manoel de Barros)
“Sou mais a palavra ao ponto de entulho. Amo arrastar algumas no caco de vidro, envergá-las pro chão, corrompê-las, - até que padeçam de mim e me sujem de branco.”
“Um fim de mar colore os horizontes.”
“Fui criado no mato e aprendi a gostar das coisinhas do chão ? Antes que das coisas celestiais.”
Filósofos da História