“Estou no começo do meu desespero, e só vejo dois caminhos: ou viro doida, ou santa.” (Adélia Prado)
“Tudo que a memória amou já ficou eterno”
(Adélia Prado)
“Eu ponho o amor no pilão com cinza e grão de roxo e soco. Macero ele, faço dele cataplasma e ponho sobre a ferida.”
“Me dão mingaus, caldos quentes, me dão prudentes conselhos, eu quero é a ponta sedosa do teu bigode atrevido, a tua boca de brasa.”
“Era raiva não. Era marca de dor.”
Filósofos da História