“Minha peça começa com o ator que desce à platéia, estrangula um crítico e, de um livrinho preto, lê todas as humilhações que sofreu e tomou nota. Depois vomita sobre o público. Em seguida, afasta-se e dá um tiro na cabeça.”
“Não quero produzir uma obra de arte que o público possa sentar e chupar esteticamente... Quero dar-lhe um golpe nas costas, para queimar sua indiferença, para assustar-los fora de sua complacência.”
“Amar ela? Você está desprovido de qualquer sentimento. A você falta decência comum. Você sabe como se expressar. Você sempre tem apenas o direito palavras. Há apenas uma coisa que você não tem a menor ideia: a própria vida. Você é um covarde, covarde, mas um gênio em evasivas e desculpas.”