“Minha peça começa com o ator que desce à platéia, estrangula um crítico e, de um livrinho preto, lê todas as humilhações que sofreu e tomou nota. Depois vomita sobre o público. Em seguida, afasta-se e dá um tiro na cabeça.”
“Não quero produzir uma obra de arte que o público possa sentar e chupar esteticamente... Quero dar-lhe um golpe nas costas, para queimar sua indiferença, para assustar-los fora de sua complacência.”