“Sou o sonho de tua esperança, Tua febre que nunca descansa, O delírio que te há de matar!...” (Álvares de Azevedo)
“Descansem o meu leito solitário”
(Álvares de Azevedo)
“Amo-te como o vinho e como o sono, Tu és meu copo e amoroso leito... Mas teu néctar de amor jamais se esgota, Travesseiro não há como teu peito.”
“Não há melhor túmulo para a dor do que uma taça cheia de vinho ou uns olhos negros cheios de languidez.”
“A vida é um escárnio sem sentido. Comédia infame que ensanguenta o lodo.”
Filósofos da História