Frase de Álvares de Azevedo

Sou o sonho de tua esperança, Tua febre que nunca descansa, O delírio que te há de matar!...
(Álvares de Azevedo)

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Respiro o vento, e vivo de perfumes no murmúrio das folhas de mangueira; nas noites de luar aqui descanso e a lua enche de amor a minha esteira.

(Álvares de Azevedo)

Amo-te como o vinho e como o sono, Tu és meu copo e amoroso leito... Mas teu néctar de amor jamais se esgota, Travesseiro não há como teu peito.

(Álvares de Azevedo)

Sinto no meu coração uma

(Álvares de Azevedo)

Não há melhor túmulo para a dor do que uma taça cheia de vinho ou uns olhos negros cheios de languidez.

(Álvares de Azevedo)