“Sou o sonho de tua esperança, Tua febre que nunca descansa, O delírio que te há de matar!...”
Álvares de Azevedo
“Sou o sonho de tua esperança, Tua febre que nunca descansa, O delírio que te há de matar!...”
Álvares de Azevedo
“Sinto no meu coração uma”
Álvares de Azevedo
“Respiro o vento, e vivo de perfumes no murmúrio das folhas de mangueira; nas noites de luar aqui descanso e a lua enche de amor a minha esteira.”
Álvares de Azevedo
“Amo-te como o vinho e como o sono, Tu és meu copo e amoroso leito... Mas teu néctar de amor jamais se esgota, Travesseiro não há como teu peito.”
Álvares de Azevedo
“Não há melhor túmulo para a dor do que uma taça cheia de vinho ou uns olhos negros cheios de languidez.”
Álvares de Azevedo
“A vida é um escárnio sem sentido. Comédia infame que ensanguenta o lodo.”
Álvares de Azevedo
“Invejo as flores que murchando morrem, E as aves que desmaiam-se cantando E expiram sem sofrer...”
Álvares de Azevedo
“O espírito é variável como o vento...”
Álvares de Azevedo
“Em negócios de amor, nada de sócios.”
Álvares de Azevedo
“Vais ler uma página da vida; cheia de sangue e de vinho...”
Álvares de Azevedo
“Todo o vaporoso da visão abstrata não interessa tanto como a realidade da bela mulher a quem amamos.”
Álvares de Azevedo
“Descansem o meu leito solitário”
Álvares de Azevedo
“Deixo a vida como deixo o tédio”
Álvares de Azevedo