“Sinto-me nascido a cada momento Para a eterna novidade do Mundo...” (Fernando Pessoa)
“Ó mar salgado, quanto do teu sal São lágrimas de Portugal”
(Fernando Pessoa)
“Que a consciência da própria inimportância é o acume do conhecimento da vida.”
“Que fiz de mim? Encontrei-me Quando estava já perdido, Impaciente deixei-me Como a um louco que teime No que lhe foi desmentido”
“Tudo quanto o homem expõe ou exprime é uma nota à margem de um texto apagado de todo. Mais ou menos, pelo sentido da nota, tiramos o sentido que havia de ser o do texto; mas fica sempre uma dúvida, e os sentidos possíveis são muitos.”
Filósofos da História