Frase de Emílio de Meneses

Em tempos de estudante, Emílio divagava na aula de um certo Professor Saboya. Demanda-lhe o mestre:

"Senhor Emílio, defina a Sabedoria!"

"A sabedoria, mestre, é algo que tem efetivamente muito peso... se colocada n'água, ela afunda."

"E a ignorância, então?"

"A ignorância? Ora, essa bóia!"
(Emílio de Meneses)

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Perguntam-lhe: -"Emílio, sabes qual a parte mais bonita do corpo da mulher?" -"Sei-o!"

(Emílio de Meneses)

Chegando numa mercearia, um parlapatão provoca-lhe: Que vieste comprar? É milho? E ato contínuo tenta evadir-se, para não ouvir a resposta demolidora - mas o poeta intercepta-o, pegando-lhe pelo braço e o levando até uma cadeira: "Não se evada... sentei-o! Não intrigo... a ti humilho".

(Emílio de Meneses)

Sentado com amigos num bar do Rio de Janeiro da virada do século XX, eis que vê passar um afamado conquistador, de sobrenome Penha, desta vez sofrendo de amores não correspondidos por uma mulher de reputação questionável. Emílio não perdoou: "Um homem que se diz Penha por uma mulher que se disputa!".

(Emílio de Meneses)

Apertado para aliviar a bexiga, correu até um terreno baldio. Muito gordo, estava a desafogar-se quando um pirralho grita: Ih, eu vi seu negócio!. Satisfeito, Emílio tirou do bolso uma cédula de alguns réis, dando-lhe: "Tome, você merece! Há muitos anos não o vejo..."

(Emílio de Meneses)