“Apertado para aliviar a bexiga, correu até um terreno baldio. Muito gordo, estava a desafogar-se quando um pirralho grita: Ih, eu vi seu negócio!. Satisfeito, Emílio tirou do bolso uma cédula de alguns réis, dando-lhe: "Tome, você merece! Há muitos anos não o vejo..." ”
“Em tempos de estudante, Emílio divagava na aula de um certo Professor Saboya. Demanda-lhe o mestre:
"Senhor Emílio, defina a Sabedoria!"
"A sabedoria, mestre, é algo que tem efetivamente muito peso... se colocada n'água, ela afunda."
"E a ignorância, então?"
"A ignorância? Ora, essa bóia!"”
“Chegando numa mercearia, um parlapatão provoca-lhe: Que vieste comprar? É milho? E ato contínuo tenta evadir-se, para não ouvir a resposta demolidora - mas o poeta intercepta-o, pegando-lhe pelo braço e o levando até uma cadeira: "Não se evada... sentei-o! Não intrigo... a ti humilho".”
“Contam que, viajando num bonde, tentava sentar-se a seu lado uma atriz enfadonha que lhe assediava sempre que o encontrava. Percebendo haver alguns lugares disponíveis mais atrás, saiu-se então Emílio com esta: "Atriz atroz, atrás há três!"”