“É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei o bem, mas não posso dizer.” (Clarice Lispector)
“Mas estou tentando escrever-te com o corpo todo, enviando uma seta que se finca no ponto tenro e nevrálgico da palavra.”
(Clarice Lispector)
“Tudo acaba, mas o que te escrevo continua. O melhor está nas entrelinhas.”
“Perdi alguma coisa que me era essencial, e que já não me é mais.”
“Volto-me então para o meu rico nada interior. E grito: eu sinto, eu sofro, eu me alegro, eu me comovo. Só o meu enigma me interessa.”
Filósofos da História