“Quem, como eu, estava chamando o medo de amor? E querer, de amor? E precisar, de amor?” (Clarice Lispector)
“Pensando bem: quem não é um acaso na vida?”
(Clarice Lispector)
“A raiva é a minha revolta mais profunda de ser gente? Ser gente me cansa. Há dias que vivo da raiva de viver.”
“Que importa o sentido? O sentido sou eu.”
“Eu escrevo sem esperança de que o que eu escrevo altere qualquer coisa. Não altera em nada... Porque no fundo a gente não está querendo alterar as coisas. A gente está querendo desabrochar de um modo ou de outro...”
Filósofos da História