“Quem, como eu, estava chamando o medo de amor? E querer, de amor? E precisar, de amor?” (Clarice Lispector)
“Estranhei tudo. E, por me estranhar, vi-me por um instante como sou. Gostei ou não? Simplesmente aceitei.”
(Clarice Lispector)
“Mais que um instante, quero o seu fluxo.”
“Mesmo sofrer era bom porque enquanto o mais baixo sofrimento se desenrolava também se existia.”
“E quando acaricio a cabeça do meu cão, sei que ele não exige que eu faça sentido ou me explique.”
Filósofos da História