“Tenho medo de revelar de quanto eu preciso e de como sou pobre.” (Clarice Lispector)
“Posso ser de mel, e de veneno. Posso ser muito humana, e muito bicho também. Me morde e eu te como.”
(Clarice Lispector)
“Eu sou feita de tão pouca coisa e meu equilíbrio é tão frágil, que eu preciso de um excesso de segurança para me sentir mais ou menos segura.”
“Dá-me a tua mão: Vou agora te contar como entrei no inexpressivo,que sempre foi a minha busca cega e secreta.”
“Dar a mão a alguém foi o que eu sempre esperei da alegria.”
Filósofos da História